segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

3ª Edição da Época Rio


Nesta 3ª Edição da Revista Época tive a oportunidade de fazer a Capa e o Ensaio. A Revista tratou de diversos aspectos do Verão Carioca, desde as delícias para se comer (fotos de Renato Aguiar), lugares para sair à noite (fotos de Bruno Prada), a esportes de praia e trabalhadores que ralam com o sol a pino. O Ensaio foi uma homenagem a essa turma que se esforça, sempre com bom humor, para que tudo funcione direitinho. A parte de Design foi realizada por Fernando Pires. Buscamos uma linguagem descontraída, quente e colorida, que refletisse bem o que é o Verão no Rio de Janeiro. Espero que gostem.

















Fotos Pedro Farina

domingo, 9 de janeiro de 2011

2ª Edição Época Rio


Nesta 2ª Edição da Época Rio tive o grande prazer de realizar a Capa e o Ensaio, além de outras fotos. Desta vez, a Revista priorizou o Estilo Carioca no Inverno. Tudo sobre Moda, Decoração, principais tendências e personagens que ditam o estilo "casual mas chique" de quem vive no Rio. O Ensaio foi sobre o recém-reformado Theatro Municipal, novinho em folha.

















Fotos Pedro Farina

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Participação no Leilão do Paraty em Foco

Marco Polo #IV


O Paraty em Foco, como muitos já sabem, é um dos maiores eventos de fotografia do país. Tudo começou em 2005, quando o fotógrafo italiano Giancarlo Mecarelli, não à toa, se encantou com a cidade de Paraty e teve a iniciativa de criar o PEF. Desde sua 1ª edição, o Paraty em Foco ofereceu workshops, entrevistas e exposições para um público de aproximadamente 15 mil pessoas. Atualmente, é uma parceria entre a Galeria Zoom, a FNAC, a Fototech e o Estúdio Madalena - mantido pelo fotógrafo e produtor cultural Iatãn Cannabrava (informações de www.paratyemfoco.com).

No ano de 2010, fui chamado para participar do Leilão do PEF pela Curadora Isabel Amado (www.isabelamado.com.br). Fiquei feliz pelo convite, e honrado por estar ao lado de tantos fotógrafos já consagrados. Segue abaixo a foto que saiu no blog do PEF e uma entrevista realizada por Adelaide Ivánova – fotógrafa e colaboradora do blog – com a Isabel Amado (www.paratyemfoco.com/blog/2010/09/10027). Esta foto faz parte da série Marco Polo, que aborda a inocência e a audácia das crianças, durante interação com as águas da piscina. Ela foi adquirida pelo fotógrafo Kin Dias (www.kindias.com.br). Destaque também para a bela foto de Alexandre Severo.





Exposição "Entre Água" na Galeria Suplicy - SP




Abertura: 26 de maio, às 19h00
Encerramento: 05 de junho
Local: Galeria Suplicy // Alameda Lorena 1430 // telefone: 3061.0195
Curadoria: Helena Ruschel (www.hdoisr.com)

Com 22 anos, o trabalho de Pedro Farina tem a força da procura e provocação. A imagem, muito além de um registro, é um estímulo, e Pedro nos estimula através da ‘estranheza’ de suas imagens. Na exposição “Entre água” que apresenta no Café dos Jardins, encontrou um outro universo, refletido nas poças que enfeitam o asfalto molhado do chão do Rio. As imagens olham para a beleza invertida, e quase abstrata, escondida onde ninguém costuma procurar. A água, com sua estética fluida e transformadora, é elemento fundamental no trabalho de Pedro. No Café Suplicy do Itaim, apresentamos três imagens que fundem a luz com a água e criam um caleidoscópio com o movimento em suspensão.

Texto de Helena Ruschel

domingo, 2 de janeiro de 2011

Participação no Livro Rio Botequim

No final de 2009, fui chamado para participar de um projeto bem bacana: percorrer alguns botecos do Rio e fotografá-los. Sempre gostei e freqüentei botecos, mas confesso que não sabia da comida deliciosa de alguns, além do bom gosto na hora de decorar o ambiente. Outro fator que me interessou no trabalho foi o conceito visual: valia foto fora de foco, tremida, borrada e "suja". As fotos seriam assinadas em conjunto, por uma equipe de fotógrafos, e seriam reunidas no Livro Rio Botequim 2010. A parte de Design ficou por conta do Grupo Retina78, que mais uma vez deu um show de Arte. O livro, editado pela Casa da Palavra e organizado por Guilherme Studart, dá as dicas para você acertar na mosca quando quer comer e papear num bom boteco. Como o próprio Livro afirma, é uma forma de valorizar algo que já faz parte da identidade cultural do Brasil e, principalmente, do Rio.






Fotos Pedro Farina

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Rua da Conceição - A Vida que Ninguém vê



A monografia que realizei no final de 2010 partiu de uma pesquisa sobre as diferenças entre documentário, docudrama e ficção. Quais são suas semelhanças e onde se distingüem? Até que ponto um documentarista pode intervir em seu filme para que continue sendo chamado de documentário? Aos poucos percebi que o negócio onde estava me metendo era mais complicado do que eu pensara. Conceitos, definições, não raro entram em contradições. Ainda mais quando lidamos com questões semânticas: o que significa “realidade”, por exemplo – expressão importante para esta discussão. Não terei a audácia de tentar definir aqui, em poucas palavaras, os limites entre as formas de se fazer cinema. Me parece que o “limite” entre esses “conceitos” acabou virando um novo gênero de se filmar. Basta vermos Jean Rouch, Flaherty, Eduardo Coutinho, entre outras feras, para percebermos que isso é possível.

Muito longe de querer me comparar a esses mestres, fiz um curta chamado “Rua da Conceição”, onde o objetivo era fazer um filme “sem gênero”. O filme se passa nesta Rua, que é o elo entre os peronagens - atores de suas próprias vidas. Vidas cheias de riqueza, mas que ninguém vê.

O link da primeira parte do filme está aqui, e a protagonista é Elodias, vendedora de amendoim: vimeo.com/16946277. É um filme em andamento pois outros personagens ainda farão parte, como o Padrinho, Seu Walter, e a própria Rua.


quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Estágio no Jornal "O DIA"

No primeiro semestre de 2009, tive a oportunidade de estagiar no Jornal "O DIA". Foi um grande aprendizado. O fotojornalismo é, realmente, uma grande escola. Em um jornal diário, tudo deve ser feito "pra ontem", logo é preciso desenvolver uma rapidez no olhar e solucionar problemas sem "desculpas". Fiquei apenas seis meses, mas criei amizades que vão ficar para a vida inteira. A Redação vira a sua casa praticamente, e as pessoas que trabalham por lá acabam fazendo parte da mesma família. Principalmente a galera da fotografia e do tratamento de imagem. Essa turma "não vale nada" (rs). Pois bem, foi muito difícil para mim sair do Jornal, mas não esqueço dos momentos e das risadas diárias com esses profissionais que trabalham de verdade, sempre com bom humor, e com qualidade. Quando entrei, ambicionava subir nos Morros do Rio para cobrir as "Guerras". Não era possível, pois era estagiário. Normalmente, saía para fazer matérias de Economia. Abaixo estão algumas fotos que fiz nesta estadia no Jornal. Um grande abraço a todos do "O DIA".